Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 15/02/2021
Ao se falar sobre impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro, é importante destacar alguns aspectos relacionados à essa temática. Nesse contexto, destacam-se a superpopulação carcerária brasileira e os impactos da pandemia no sistema prisional.
Em primeiro lugar, deve-se destacar que o brasil é o terceiro maior país com superlotação prisional do mundo. Desse modo, percebe-se que a população carcerária brasileira está ainda mais esposta a contaminação e propagação do vírus, tornando o sistema prisional o segundo mais afetado pela pandemia, com registro de 112.000 mortes e 3,5 milhões de casos declarados.
Além disso, a superlotação prisional no Brasil é de 748.000 presos, cerca de 300% de toda a população carcerária do mundo. Desse modo, a superlotação prisional e a contaminação dos presos estão cada vez mais fáceis, unidades prisionais estão com 17.300 presos infectados ( 2,3% do total de detentos), e quase cem já morreram em decorrência do novo coronavírus (covid-19), segundo o departamento penitenciário federal (DEPEN). Nota se que, a contaminação está ultrapassando os limites, cerca de 7.143 agentes penitenciários já foram infectados e 75 morreram de covid-19 de acordo com o conselho nacional da justiça (CNJ). Vale frisar, que de acordo com os orgãos de saúde pública, o sistema prisional é o segundo mais afetado pela pandemia no mundo, com registro de 112 mil mortes e mais de 3,5 milhões de casos declarados. Nas prisões, apenas 7,8 dos presos foram testados.
Por fim, é imprescindível que sejam feitas políticas de saúde publica, para que os casos sejam minimizados e torne os sistemas prisionais seguros e diminua a quantidade casos, mortes e contaminações pelo coronavírus. Desse modo, é importante que às medidas sejam tomadas pelos governos para que pessoas não morram em decorrer da contaminação.