Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 26/05/2021
A Banalização da Vida Carcerária na Pandemia
A pandemia causada pelo novo coronavírus (síndrome aguda respiratória). Vem se alastrando desde meados de 2020, doença que levou mais de 100 mil vidas no Brasil, se tornando um dos maiores inimigos do País. Entretando, antes mesmo dela aparecer o Brasil já lidava com outros problemas, que se tornaram ainda mais alarmantes em meio a pandemia, A doença por si só nos revelou lacunas que antes não eram tão evidentes; A desigualdade, vendo que o vírus tem como maior vítima a população pobre. Essa população vunerável é ridicularizada, mas quando estamos falando de pobres carcerários eles passam disso para desumanizados.
A Socióloga Hannah Arendt fala sobre a Banalização do Mal e como isso está presente na sociedade. Temos como exemplo a despreocupação do próximo diante a tantas mortes envolvendo carcerários no Brasil, pais que tem a 3° maior população presidiaria no mundo. Esse caso se da pela banalização da vida, especialmente do pobre que errou. Temos cerca de 17.300 presos infectados e em celas superlotadas, com um vírus que se prolífera rápido, isso se torna um problema de saúde pública, uma vez que há mutações de tau. Diante a tantas mortes nesse sistema peritenciário também vemos a má influência midíastica que censura isso, pois a mídia tem como função a democratização de informação, quando ela não nos mostra ela passa a ser um aliado da opressão. Entendemos que tudo não passa de descaso com essas vidas.
Humanizar é a palavra chave nessa situação, tudo isso fere diretamente os Direitos Humanos. Tratar carcerário como pessoas. Notificar sobre a doença e conciêntizar sobre higienização, forte aliado contra o vírus e como seres humanos dar acesso a setores de saúde; dar acesso a vida. Só assim vamos solucionar um problema tão agravante como esse.