Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 03/08/2021
Muito se tem discutido a cerca do sistema carcerário durante a pandemia causada pelo vírus Covid-19 no Brasil. É evidente que desde o início esse fato seria causa de preocupação aos brasileiros, e de fato, foi. De acordo com o site da Agência Brasil, houve, mais de 300 mortes causadas pelo vírus nas cadeias brasileiras, mais de 64 mil testículos positivos, o que também está incluso: adolescentes, presidiários e funcionários.
Dentre os inúmeros motivos que levaram a tanto contágio está o mau uso de máscaras e a falta de prevenção. De acordo com a OMS, para o combate do novo micro-organismo é necessário o uso de álcool 70% e também o uso obrigatório de máscara no rosto, cobrindo nariz e boca. Logo, quando não respeitado facilita a transmissão do patógeno. Portanto, os funcionários e os visitantes são os únicos que possuem contato com os encarceirados, e as chances de contágio por eles são maiores, principalmente no desrespeito das normas adotadas pelo OMS, o que acontece muito de acordo com 6minutos.uol.br na entrevista : “Por que as pessoas não usam máscara?”.
É incontestável que os familiares das pessoas presas devem levar mantimentos para eles, devido a falta do governo por sua vez, e por meio disso o vírus também pode entrar e infectar diversas pessoas. No R7 notícias relata que em 70% das unidades prisionais há racionamento de água, em 69% estão superlotadas e não são entregues itens de higiene e 77% não tem equipe mínima de saúde, num total de 178 prisões apenas no Estado de São Paulo .
Levando em consideração os aspectos expostos, o impacto que uma pandemia teve sobre as penitenciárias foi grande, por mais que para uma pandemia casos assim eram ser esperados. É necessário que a lei do uso obrigatório de máscara (Lei nº 14.019 / 2020) seja dada em vigor ultilizando como mídias sociais e televisivas em prol da conscientização da população, levando em conta que visitantes e trabalhadores são também telespectadores, para que assim seja evitado mais mortes.