Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 15/08/2021
O filme “O Prisioneiro da Grade de Ferro” retrata a falta de qualidade do sistema carcerário brasileiro. De maneira análoga ao documentário, a questão desse sistema na pandemia se tornou um grande problema no Brasil. Assim, é lícito afirmar que as condições precárias de saúde e o isolamento da família foram agentes perpetuadores dos impactos. Decerto, faz-se necessário encontrar caminhos para reverter essa situação.
Sob essa perspectiva, evidencia-se a ausência de medidas protecionistas contra a Covid-19 que fez com que ela se propagasse. Conforme a Terceira Lei de Newton, “Toda ação tem uma reação”. Dessa forma, a teoria comprova que tais medidas impactaram diretamente nas prisões e causaram infectados e até mortes. Logo, o Governo atua como contribuinte para essa problemática por não investir adequadamente em prevenções contra o vírus, tornando-se substancial a mudança desse quadro.
Outrossim, é imperativo pontuar que as famílias de presidiários não tiveram mais contato ou informações sobre eles. Isso decorre pela falta de organização dessas posturas, causando grandes preocupações a seus familiares. Segundo Aristóteles, “As ações individuais devem ser guiadas pelo bem coletivo”. Entretanto, nota-se o descumprimento desse princípio por esse sistema.
Desse modo, é imprescindível a mediação dos governantes e da política para garantir a segurança dessas pessoas. Percebe-se, portanto que o sistema carcerário brasileiro sofre diversos impactos causados pela pandemia. Posto isso, deve o poder público, através de uma parceria com o Ministério da Saúde, invistir em políticas públicas com o intuito de dar aos presidiários, condições básicas de saúde e proteção. Isso deve ser feito pela contratação de profissionais da saúde para fiscalizar os presídios e garantir o bom funcionamento deles. Dessa maneira, a realidade vivenciada em “O Prisioneiro da Grade de Ferro” será controlada na pandemia.