Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro

Enviada em 16/08/2021

Durante a pandemia da CoVid-19, o sistema carcerário, que já apresentava condições insalubres, sofreu de crises sanitárias e problemas com a contenção do vírus segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Com isso, o número de casos do vírus aumentou consideravelmente e por conseguinte, o número de mortes , da mesma forma, cresceu. Ademais o preconceito contra aqueles que se encontram enjaulados após crises fica ainda maior.

Nessa linha, a rápida propagação se deve ao fato de as celas estarem cheias e funcionando além de sua capacidade estimada. Segundo o site do G1, cerca de 57.247 presos contaminados e 20.361 servidores infectados. Sendo assim, ocasionando mortes e se tornando um ambiente propício à disseminação de doenças.

Além disso, existem preconceitos contra as pessoas no sistema prisional. Na verdade, as pessoas tendem a criticar o gasto de recursos escassos no tratamento de criminosos. Essa ideia foi explicada pelo escritor cristão Paul Washer, falando sobre como cada um tem seus próprios valores morais e tende a considerar os crimes dos outros mais ou menos de acordo com regras subjetivas. Por isso, durante a pandemia, a população carcerária recebe menos atenção do que outros setores da sociedade que são vistos como mais compassivos.

Portanto, a pandemia teve um impacto terrível no sistema prisional brasileiro. Portanto, o governo estadual deve realocar os prisioneiros por meio do sistema espacial nacional para aliviar imediatamente a superlotação. Essas transferências devem receber apoio financeiro e logístico das Forças Armadas e federais, respectivamente. Logo, é possível reduzir a gravidade da situação planejando uma solução mais permanente para o problema.