Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro

Enviada em 15/08/2021

Documentos históricos evocam os horrores vividos pelas prisões romanas no primeiro século. Essas masmorras eram úmidas e frias e serviam como instrumentos de tortura para os guardas da Guarda Pretoriana. Atualmente, as prisões brasileiras também estão em conflito com os direitos humanos, agravado pelo impacto da nova pandemia do coronavírus no sistema prisional. Esses efeitos estão ligados à suscetibilidade do vírus de se espalhar nesses ambientes e ao preconceito contra os pobres.

O canal brasileiro deve primeiro ressaltar que prefere disseminar a doença devido à superlotação. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, as celas dos presídios do Estado de São Paulo têm três vezes mais presos possível, impossibilitando o isolamento social. Portanto, infecções pandêmicas de influenza como COVID 19 deixaram consequências trágicas.

Além disso, existe preconceito contra os reclusos. Na verdade, as pessoas tendem a criticar os recursos limitados dedicados aos infratores. Essa ideia foi explicada pelo escritor cristão Paul Washer. Paul Washer fala sobre como cada indivíduo tem sua própria ideia de moralidade e tende a ver os crimes dos outros mais ou menos de acordo com regras subjetivas. Por isso, durante uma pandemia, a população carcerária é tratada com menor prioridade do que outros segmentos da sociedade percebidos como mais solidários.

A pandemia, portanto, teve um impacto terrível no sistema prisional brasileiro. Portanto, os governos estaduais devem mover prisioneiros através do sistema espacial nacional em um esforço para reduzir imediatamente a superlotação. Essas transferências requerem apoio financeiro e logístico da União e dos exércitos. Como resultado, a gravidade da situação pode ser reduzida enquanto se planeja uma solução mais permanente para o problema.