Impactos da revolução tecnológica digital no mercado de trabalho
Enviada em 07/03/2021
Ao longo dos anos, houve uma “urgência/emergência” das questões trabalhistas, principalmente, em função das mudanças tecnológicas no mercado de trabalho. Nesse sentido, podemos observar as profissões substituídas por tecnologias digitais, tais como: carteiro, professor, datilógrafo, piloto de avião, entre outras. Gradativamente, a mão de obra operacional está sendo susbstituída por Inteligência Artificial, assim como nas indústrias automobilísticas, farmacêuticas, têxtil e alimentar.
Nesse contexto, à medida que as tecnologias digitais promovem evolução e atendem a demanda da sociedade, cada vez, mais exigente, também provoca desemprego estrutural. Entretanto, a preocupação com o desemprego tecnológico não é recente, conforme Joseph Schumpeter, em 1942, a destruição criativa é um reflexo das invenções tecnológicas que desenvolvem riquezas, mas também diferenças sociais injustas.
Segundo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), criado pelas Organizações Unidas (ONU), a meta do Brasil para 2030 é alcançar melhorias com o trabalho decente e crescimento econômico. Desta forma, estabelecer estratégias de emprego pleno e produtivo, a fim de erradicar o desemprego e as desigualdades entre jovens, mulheres e pessoas com deficiência.
Considerando os aspecto mencionados, fica evidente que a economia de um país está, diretamente, relacionada à empregabilidade do seu povo. Sendo assim, os Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário devem implementar políticas públicas que apoiem as atividades produtivas, emprego decente, empreendedorismo, criatividade e inovação, bem como incentivar o crescimento das micro, pequenas e médias empresas. Desse modo favorecer o crescimento financeiro dos serviços de produção digital, cuja atuação vai além das fronteiras do Brasil. Dessa maneira, será possível manter o equilibrio entre a manutenção dos empregos e os avanços tecnológicos.