Impactos da revolução tecnológica digital no mercado de trabalho
Enviada em 02/09/2021
Antes das invenções que temos hoje existirem, o homem trabalhava bastante, pois diversas tarefas exigiam força e perseverança para realizá-las. Porém, o esforço que era gasto nestes momentos foram sendo substituídos ao passar da história. A máquina a vapor, na Revolução Industrial, foi a precursora do trabalho automatizado, visto que mudou a divisão dos serviços feitos na época. Mesmo que esse processo seja benéfico para empresas, ele acaba excluindo o próprio homem.
De acordo com um questionário da empresa de tecnologia da informação Accenture em 2016, 80% dos brasileiros que responderam pretendem mudar para empregos de conta própria no futuro, isso está altamente relacionado à revolução digital do trabalho. Por exemplo, pessoas que eram contratadas para gerenciar dados de organizações, foram trocadas por inteligências artificiais que fazem o mesmo. Além disso, em fábricas, grande parte do processo de produção é automático, tirando a necessidade da mão de obra humana, que tempos atrás era tão valiosa.
No entanto, existem diversos fatores que impossibilitam que o homem seja substituído completamente. Por exemplo, diversas funções de profissões como as de policiais, peritos criminais, médicos, entre outros, não pode ser exercida por um robô ou por alguém que oferece serviços à distância. E, além disso, existe um custo muito grande para implantar tecnologias em espaços de trabalho, e é mais fácil contratar novos indivíduos do que trocar uma máquina defeituosa.
Portanto, é importante que ações sejam tomadas para evitar o desemprego da população. Por exemplo, os jovens deveriam optar por trabalhos que tem baixa probabilidade de ser automatizado, ou, se o indivíduo estiver situado em uma ocupação onde os processos contém automação, que ele seja capaz de controlar as tecnologias naquele ambiente, já que as máquinas não funcionam totalmente por si mesmas, necessitando-se assim de monitoramento humano.