Impactos da revolução tecnológica digital no mercado de trabalho
Enviada em 17/11/2021
Após a Terceira Revolução Industrial, os métodos de produção, técnica, informação, comunicação e, mediante a todos esses avanços, o trabalho, sofreram demasiada evolução. Todavia, essas mudanças, que são muitos, tornam difícil a adequação dos trabalhadores já inseridos no mundo do trabalho e dos novos que irão entrar. Portanto, torna-se necessária a discussão do impacto que a tecnologia teve para com o mercado de trabalho através de dois vieses: como a revolução tecnológica mudou os empregos antigos e criou novos, e a importância da educação no novo contexto trabalhista.
Diante desse cenário, faz-se necessária a reflexão de como os avanços da tecnologia influenciaram o mercado de trabalho. Como dito pelo filósofo grego Heráclito, “Nada é permanente, exceto a mudança”. De maneira análoga a frase, o mundo está em uma constante mudança, que se deu através do desenvolvimente técnico e científico, assim se torna evidente, mais do que nunca, o desenvolvimento tecnológico e como ele afetou o trabalho. Portanto, se torna óbvio que com o passar do tempo o mercado de trabalho iria mudar, através do desnvolvimento informacional e comunicacional, que possibilitou o contato global, mudanças dos processos de fabricação, surgimento de novos empregos relacionados à programação e comunicação, como a área de TI e o telemarketing. Todavia, as antigas técnicas támbem sofreram grandes mudanças como na produção agrícola, metalúrgica e têxtil, extinguindo antigos empregos e gerando nova áreas industriais principalmente ligados a eletricidade.
Entretanto, a população trabalhista não acompanhou todo esse desenvolvimento. A falta de educação voltada as novas tecnologias, gerou um baixo adequamento as novidades, assim pessoas que já estavam no mercado de trabalho começaram a sentir na pele as consequências do progresso, isso fez com que muitos sujeitos se vissem obrigados a mudar de empregos que sofreram uma reinvenção. De certo modo, o problema está ligado a educação, que é a ferramenta para se conseguir conhecimento, a falta de iniciativas para capacitação dos profissionais atuantes, torna muito difícil a sua adaptação. Todavia, esse problema não está ligado só aos antigos trabalhadores, já que a falta de educação tecnológica está se estendendo para nova leva de profissionais os inviabilizandos a novos trabalhos.
Diante do exposto, torna-se necessária a tomada de medidas atenuantes ao problema abordado. Portanto, concerne ao Ministério da Educação juntamente com Ministério do Trabalho e Previdência à implementação de políticas capacitantes, por meio da escola e universidades. Tais projetos, atuariam em duas frentes: capacitar os alunos que entrarão no mercado, através de uma mudança na grade currícular com novas matérias voltadas para a tecnologia e cursos em parceria com universidades para qualificação dos profissionais já atuantes, objetivando um mercado mais igual e acessível.