Impactos da revolução tecnológica digital no mercado de trabalho

Enviada em 19/11/2021

Após a Terceira Revolução Industrial, os métodos de produção, técnica, informação, comunicação e, mediante a todos esse avanços, o trabalho, sofreram demasiada evolução. Todavia, essas mudanças, que são muitas, tornam difícil a adequação dos trabalhadores já inseridos no mundo do trabalho de dos novos que irão entrar. Portanto, torna-se necessária a discussão do impacto que a tecnologia teve para com o mercado de trabalho por meio de dois vieses: como a revolução tecnológica mudou os empregos antigos e criou novos, e a importância da educação no novo contexto trabalhista.

Diante de desse cénario, faz-se necessária a reflexão de como os avanços da tecnologia influenciaram o mercado de trabalho. Como dito pelo filósofo grego Heráclito, “Nada é permanente, exceto a mudança”. De maneira análoga à frase, o mundo está em uma constante mudança, mais do que nunca, que se deu por intermédio do desenvolvimento técnico e científico, assim se torna evidente, mais do que nunca, o desenvolvimento tecnológico e como ele afetou o trabalho. Portanto, torna-se óbvio que com o passar do tempo o mercado de trabalho iria mudar, por meio do desenvolvimento informacional e comunicacional, que possibilitou o contato global, mudanças dos processos de fabricação, surgimento de novos empregos relacionados à programação e comunicação. Não obstante, as antigas técnicas também sofreram grandes mudanças como na produção agrícola, metalúrgica e têxtil, extinguindo antigos empregos e gerando novas áreas industriais principalmente ligados à eletricidade.

Entretanto, a população trabalhista não acompanhou todo esse progresso. A falta de educação voltada as novas tecnologias, gerou um baixo adequamento as novidades, assim as pessoas que já estavam no mercado de trabalho começaram a sentir na pele as consequências do progresso, isso fez com que muitos sujeitos se vissem obrigados a mudar de empregos que sofreram uma reinvenção. De certo modo, o problema está ligado à educação, que é a ferramenta para se conseguir conhecimento, a falta de iniciativas para capacitação dos profissionais atuantes, torna muito difícil a sua adaptação. Contudo, esse problema não está ligado só aos antigos trabalhadores, já que a falta de educação tecnológica está se estendendo para nova leva de profissionais os inviabilizando a novos trabalhos.

Diante desse cenário, torna-se necessária a tomada de medidas atenuantes aos problemas abordados. Portanto, concerne ao Ministério da Educação juntamente com o Ministério do Trabalho e Previdência a implementação de políticas capacitantes, por meio de escolas e universidades. Tais projetos, atuariam em duas frentes: capacitar os alunos que entrarão no mercado de trabalho, por intermédio de uma grade currícular voltada para tecnologia e cursos em parcerias com universidades para qualificação dos profissionais já atuantes, objetivando um mercado mais acessível.