Impactos da revolução tecnológica digital no mercado de trabalho
Enviada em 11/09/2023
A “Revolução Industrial” ocorrida durante o século XVIII, uniu a ciência e a industria, possibilitando no mercado de trabalho tradicional. Hodiernamente, no cenário nacional atual, o avanço tecnológico pode por em risco a ocupação laboral de muitas pessoas. Tal problema, decorre substancialmente do sistema educacional brasileiro e da apatia governamental.
Nessa perspectiva, é válido ressaltar que o precário ensino público brasileiro colabora para a má formação profissional de muitos indivíduos. De acordo com a Constituição Vigente, é dever do Estado promover educação de qualidade para todos. No entanto, tal premissa não se faz efetiva visto que segundo dados do Institudo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a educação brasileira teve a pior avaliação se comparada a outras nações. Mediante isso, o desenvolviemento tecnológico no ambiente de trabalho representa um risco para o cidadão brasileiro que não tem instrução suficiente para acompanhar e se adaptar as mudanças do novo mercado, ficando suscétivel ao desemprego. Logo, percebe-se o papel das intituições de ensino para o desenvolvimento seguro do mercado de trablho.
Ademais, é indubitável que a apatia governamental frente a necessidade de maiores opotunidades para a formação profissional de jovens e maior disponibilidades de empregos dificultam a resolução do problema. Segundo o filósofo Arístóteles, a sociedade deveria ser governada por homens que objetivassem o bem-estar comum. Entretanto, contrariando a lógica aristotélica, o aparato governamental falha ao não promover uma especialização efetiva aos jovens, sobretudo dos que vêm do ensino público, para que eles possam estar aptos a produzir e comandar máquinas que exijam maior conhecimento na área da tecnologia, além do escasso número de empregos oferecidos.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Governo Federal, como instância máxima de administração executiva, deveria investir na qualidade do ensino público, emplementando o ensino tecnológico e financeiro na grade curricular, além da acessibilidade a cursos profissionalizantes para pessoas que já estão no mercado e precisam de maior especialização, tal ação deveria ser feita por