Impactos do envelhecimento da população brasileira

Enviada em 04/08/2019

A taxa de fecundidade é a média de filhos por mulheres de 15 a 49 anos em um lugar ou em um pais .Na década de XL era de 6.2 filhos por mulher e hoje a taxa é de 1.7 filhos.O Brasil por meio da taxa passa por um processo de transição demográfica,tal que apresenta uma queda de fecundidade e um aumento na expectativa de vida.Consoante ao processo da urbanização,da emancipação feminina da mulher no mercado de trabalho implementação dos contraceptivos ,qualificação da população.Entretanto,por mais auto a expectativa de vida evidencia-se a falta de politica de saúde pública preventivas voltadas para a geriatria e as inadequação das estruturas das cidades.

Em primeiro lugar,De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), existem apenas mil geriatras em atividade no país inteiro, a maioria destes em São Paulo,deixando Rondônia e Acre as vezes sem atendimento.Já a gerontologia (pesquisa do processo de envelhecimento da população), a situação é ainda mais complicada: hoje, existem em torno de 300 profissionais na área o que representa quase 90 mil idosos para cada profissional.Deixando a maioria dos idosos sem qualidade da saúde pública preventiva a geriatria.

Outrossim,a dificuldade para se locomover nas cidades brasileiras nem requer muita observação. Buracos, falta de calçadas, sinalização deficiente, sistemas de transporte público.Como consequência

a população idosa que vão além de limitar o direito de ir e vir. Acaba por impossibilitar esses indivíduos de interagir socialmente e contribui para o isolamento social.

Em síntese,por mais alta a taxa de expectativa de vida  faz-se necessário Os entes federativos com poucos recursos, sem estrutura orçamentária suficiente para investir na criação de centros de ensino superior direcionados à saúde podem aplicar verbas na criação de escolas de nível técnico na área de gerontologia. A formação no médio prazo de diversos novos profissionais ajudará a combater o déficit enfrentado pelos hospitais municipais, pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e pelos Programas de Saúde da Família (PSFs).Outra solução municipal (ainda mais simples) envolveria firmar termos de cooperação ou convênios com o estado para criar Escolas Técnicas Estaduais (ETEs) na área territorial da cidade. Mais uma vez, o lema de ordem deve ser ação conjunta. A dificuldade da mobilização, cabe ao município, que deve constar no plano diretor de cada cidade junto com o governo federal,o  planejamento, para a mobilidade dos idosos .