Impactos do envelhecimento da população brasileira
Enviada em 24/08/2019
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à previdência e ao bem-estar social. Atualmente, o Brasil é considerado um país adulto mas, com a queda na taxa de fecundidade, irá tornar-se um país idoso e, consequentemente, aumentará o gasto com a aposentadoria e diminuirá a mão-de-obra. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato.
Em primeira análise, é perceptível o aumento da expectativa de vida na população brasileira e a diminuição do número de filhos gerados por mulher, antes sendo, em média, seis e hoje apenas dois. Desse modo, a perspectiva da faixa etária futura é de um índice de idosos superior ao de crianças. De certo, haverá uma queda na porcentagem de mão-de-obra economicamente ativa gerando um forte impacto negativo na economia do país. Em contraste, países como a China sofrem com uma alta taxa de fecundidade que ocasiona uma superpopulação como é mostrado no filme “Onde está Segunda?” no qual o governo implementa a Lei do Filho Único no intuito de estabilizar a situação.
No entanto, os investimentos governamentais na área da saúde estão obtendo bons resultados já que a expectativa de vida do brasileiro só tende a aumentar, estando hoje em 72,6 anos segundo a revista O Globo. Conquanto, relatórios da ONU afirmam que o país atingirá seu ápice por volta de 2045 e começará a reduzir. Logo, este fator pode ser explicado pelo alcance da expectativa média de vida em massa. Ademais, o governo iniciou um programa de incentivo à imigração no intuito de garantir a mão-de-obra da próxima geração.
Portanto, antes que a situação se agrave é preciso intervir. Assim sendo, o Governo junto ao MEC (Ministério da Educação e Cultura) deve investir em educação básica e orientação pedagógica a fim de proporcionar não apenas maiores chances de especialização profissional, como também aumentar o número de indivíduos economicamente ativos.