Impactos do envelhecimento da população brasileira
Enviada em 04/04/2020
A Política do Filho Único chinesa foi uma lei promulgada há alguns anos atrás, a fim de diminuir a densidade demográfica do país, visto que esse sofre até hoje com a superlotação urbana. Nesse contexto, sabe-se que uma das consequências dessa será o envelhecimento populacional, ou seja, o desequilíbrio etário configurado por muitos idosos e poucos jovens. Esse problema, infelizmente, refletir-se-á no Brasil, porém, do contrário de leis, a principal razão para isso, caso nada mude, é o incentivo educacional ao uso de preservativos, o qual promoverá um inchaço hospitalar.
Cabe ressaltar, em primeiro plano, que a educação reformulou-se ao longo dos anos, e, dissonante de antigamente, o ensino acerca do uso de preservativos é, hoje, nacionalmente, instituido por meio da BNCC. Base Comum Curricular, essa preconiza que a disciplina de biologia deve, obrigatoriamente, ensinar aos alunos sobre as benesses do uso de preservativos sexuais. Embora esse, por si, não seja o problema, a educação é falha no que concerne ao ensino da problemática, isto é, oculta-se dos discentes uma tortuosa realidade pertinente ao envelhecimento populacional, a qual, em pouco tempo, caso a educação brasileira continue incentivando o uso de preservativos sem ponderação acerca da reprodução, assemelhar-se-á a da China.
Por conseguinte, enquanto esse panorama perdurar, essa idiossincrasia do sistema educacional do país fará com que o envelhecimento da população consolide-se, o que culminará em um inchaço em centros de saúde. Isso porquanto é notório que, dentre toda a sociedade, os que mais sustentam a indústria medicinal são, principalmente, idosos. Nesse sentido, se não houverem mudanças, hospitais e clínicas de saúde tornar-se-ão superlotadas, o que será instável e corroborará o que foi documentado nacionalmente em “Sob Pressão”: hospitais inchados, pessoas morrendo, idosos sem devido amparo, etc.
Portanto, visto a tempestividade da problemática, infere-se que é urgente a intervenção governamental para eliminar a problemática. Para tanto, compete ao Ministério da Educação, como instância educativa máxima, o dever de, por meio de alterações na BNCC, incluir a geografia no ensino da educação sexual nas escolas, criando um arsenal de conteúdos voltados à conscientização sobre o envelhecimento populacional atrelado ao uso indiscriminado de preservativos, a fim de atenuar as consequências da conjuntura e de construir cidadãos que reproduzam. Destarte, observar-se-ia uma população demograficamente equilibrada e que não sofrerá com as intempéries da lei chinesa, ao passo que se beneficiam do uso consciente dos preservativos.