Impactos do envelhecimento da população brasileira
Enviada em 19/07/2020
Para o sociólogo britânico Anthony Giddens “As pessoas acham difícil dar ao futuro o mesmo nível de realidade que dão ao presente”. A partir dessa visão, pode-se concluir que, na hodierna sociedade brasileira, a ocorrência da população idosa crescer, tornou-se uma realidade, devido a melhora na qualidade da saúde e o aumento do custo de vida, desde o século XX, acrescentando mais tempo na expectativa de vida, logo, gerando impactos sociais, como a diminuição da população ativa trabalhadora e a qualidade de vida satisfatória aos longevos, são alguns dos impasses a serem elucidados, antes desse aumento exacerbado que esta por vir.
Mormente, é importante destacar os fatores que estão provocando tal acontecimento. A mudança de comportamentos mediante a transição social do Brasil, no período citado no parágrafo anterior, pela industrialização e o surgimento das metrópoles, efetuando-se, então, a evolução da educação, na modernidade, enfim, o planejamento familiar, fizeram com que reduzissem gastos e a natalidade. Exibido por meio da BBC NEWS BRASIL dados apontam que “A população do Brasil deve encolher em quase 50 milhões até o fim do século”, mediante ao enriquecimento da vitalidade, métodos contraceptivo e a atual pandemia do corona vírus que reduziu certa parcela da população.
Ademais, vale também ressaltar as consequências desse trânsito social. A medida que os cidadãos envelhecem, o sistema político geral tem o compromisso de arcar com as necessidades dos mesmos, gerando gastos, contudo devido a capacidade motora limitada da maioria, é inviável o trabalho, portanto, reduzindo o número de trabalhadores ativos. Não obstante está o limiar do acesso a saúde a todos, pois no presente, a aptidão de ter uma expectativa de vida alta está relacionada a renda do indivíduo, reduzindo a capacidade muitos, além disso observa-se a saúde psicológica do idoso que necessita de observação especializada, porque aos que não tem família, em suma, resta a solidão, “No Brasil 4,3 milhões de idosos moram sozinhos”, apontam pesquisas do G1.
Depreende-se, dessa maneira, que o bem-estar do habitante antigo é uma necessidade governamental, ou seja estão necessitando ou usufruirão quando dependerem. O governo federal, por ser uma instituição regulamentadora da organização pública, deve estabelecer de acordo com a renda do trabalhador um apoio financeiro, que em dependências, como por exemplo nas necessidades básicas, ajudaria a pagar planos em hospitais privados, caso existisse a escassez para a solução. Por meio da criação de leis e fiscalizações que apoiem os longevos em sua garantia, apresentando dados publicamente como também diariamente na internet. Espera-se, com isso, que a população tenha a atenção necessária na atualidade, dando mesmo nível de realidade ao futuro, similarmente a Giddens.