Impactos do envelhecimento da população brasileira
Enviada em 17/09/2020
As células do corpo, desde sua criação com a meiose, têm a função de dar vida ao indivíduo e adaptar-se ao longo desta até a sua degradação total. Com a melhoria tecnológica a possibilidade de uma maior expectativa de vida é criada e, assim sendo, uma maior porcentagem da população envelhece. Entretanto, apesar dessa melhoria ser uma conquista alcançada, há um lado negativo para a economia da nação e causa uma desproporção caso a taxa de natalidade não acompanhe a taxa de envelhecimento.
Em primeira análise, comparando períodos antigos, como meados do século XIV que a Europa presenciava o auge da epidemia da Peste Negra que dizimou uma grande parcela de sua população, com períodos atuais, que é possível realizar grandes cirurgias em pouco tempo com minimas sequelas, é possível verificar o quão importante foi o investimento em saúde e o que isso representou para a sociedade, já que em países desenvolvidos e em subdesenvolvidos apresentam uma melhor possibilidade de tratamento e melhor qualidade de vida, resultando no aumento do período de vida de um ser humano.
Apesar disso, o crescimento da taxa de envelhecimento apresenta um risco a economia, segundo os investigadores do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). O Brasil se encontra em uma pirâmide etária de ouro, ou seja, é o melhor momento para o desenvolvimento do povo, contudo, com a necessidade da população em trabalhar e o alto custo de vida, não há possibilidades de ter uma grande quantidade de filhos, o que igualaria as taxas. Tal desproporção gerada afeta diretamente na quantidade de trabalhadores e consequentemente na aposentadoria.
Portanto, apesar do envelhecimento significar a qualidade do país, a desigualdade entre nascer e envelhecer se tornam um risco futuro para a nação. Com isso, o governo deve estimular os cidadãos a terem mais de um filho, para que ou seja igualado, com dois filhos que irão substituir aos pais no trabalho, ou seja aumentado, com mais de dois filhos para que a quantidade de pessoas trabalhando seja maior futuramente, por meio de campanhas e propagandas, com o propósito de não permitir que esses números permaneçam desiguais, o que resultará no equilíbrio, mantendo-o, para que a economia não seja prejudicada, assim como os indíviduos.