Impactos do envelhecimento da população brasileira
Enviada em 08/11/2020
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que até 2050, o Brasil terá aproximadamente 15 milhões de idosos, dos quais 13,5 milhões têm mais de 80 anos. O gráfico de densidade populacional divulgado recentemente, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), prevê essa realidade. A expectativa de vida elevada representa um grande desafio para o País. O país precisa ampliar os investimentos em políticas públicas de saúde, sistemas de seguridade social e prevenção de doenças relacionadas ao envelhecimento para garantir um mínimo de qualidade de vida às pessoas que chegarão a esse estágio.
O envelhecimento da população é causado pelo aumento da expectativa de vida e pela queda da taxa de fecundidade das mulheres em idade reprodutiva. Portanto, por não haver população jovem produtiva, nascem poucas pessoas, o que reduz muito a força de trabalho. O que se segue é que, embora os idosos tenham acumulado riquezas durante a fase de trabalho, agora estão causando danos aos cofres públicos, por precisarem gastar, pagando suas aposentadorias.
Outro sim, que por meio do investimento em mobilidades urbanas, adequação da cidade aos idosos, além dos cuidados com a alimentação, os avanços da medicina, o desenvolvimento tecnológico e o incentivo à prática de exercícios físicos, podem possibilitar e ajudar, para que os idosos tenham uma vida independente, benéfica e até podendo participar de algumas atividades de trabalho que o façam sentir-se útil, evitando assim o risco de doenças mentais como a depressão, ou outras doenças.
Portanto, o investimento em medidas preventivas é fundamental. Como o ano de 2050 se aproxima, e certamente 30 anos, não serão suficientes para eliminar todas as pequenas condições da população idosa durante esses anos. Em suma, os desafios de conviver com a população idosa exigem que o país se adapte a essa realidade. Assim, a Aliança pode promover a ampliação das políticas públicas para a terceira idade por meio do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, acompanhada por nutricionistas, psicólogos e médicos geriatras. Também, pode incentivar o cuidado e o respeito aos idosos nas escolas, para que cada família cuide, ame, valorize o seu ente querido. Um país só pode sobreviver sem muito desgaste por meio do amor, cuidado e prevenção.