Impactos do envelhecimento da população brasileira
Enviada em 07/11/2020
O envelhecimento é um processo de declínio de órgãos e funções, não causado por doenças e que ocorre inevitavelmente com o tempo. Nos dias atuais, com o avanço da ciência e da medicina, a expectativa de vida das pessoas também está aumentando, então a população idosa também está aumentando. No entanto, o processo de envelhecimento da população trouxe alguns desafios, entre eles a insuficiência dos serviços de saúde e a dificuldade de permanência no mercado de trabalho.
De acordo com o consenso, em princípio, a perda para o erário público devido a esse envelhecimento ultrapassa os 9 bilhões de dólares. O Ministério da Saúde destacou que essa realidade tem feito com que diversos setores como saúde e educação sofram com a falta de investimento, sendo que o poder de compra das pessoas é consistente com a continuidade. Esse desequilíbrio populacional. Isso pode ser confirmado segundo pesquisa da USP (Universidade de São Paulo), que confirmou que, devido às condições econômicas desfavoráveis, apenas dois em cada sete casais desejam ter filhos no Brasil. Logo, a população econômica ativa diminuiu, forçando o governo a gastar muito dinheiro para se aposentar.
Além disso, outra consequência do aumento da população idosa é que as pensões dessas pessoas tendem a ser reduzidas ao mínimo. Segundo a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), reduzindo esse benefício, cerca de 65% dos idosos não poderão usufruir do valor integral anteriormente estimado, o que dificulta o planejamento de vida de muitas pessoas. Nessa perspectiva, não há dúvida de que a entrada das mulheres no mercado de trabalho está relacionada a um tema. Apoiando isso, os dados da USP mostram que, de fato, o tempo gasto com os filhos diminuiu, o que dificulta o aumento da taxa de fecundidade, e ao mesmo tempo, por não haver ninguém, isso agrava o desequilíbrio do sistema financeiro do país. Ele substituirá o dinheiro gasto com a população idosa no futuro.
Portanto, para resolver esse problema econômico e demográfico, são necessárias ações concretas para fazer do país e do governo os protagonistas. O estado deve promover políticas públicas de incentivo ao parto por meio de programas de subsídio para aumentar o poder aquisitivo das famílias. Além disso, o governo federal precisa promover a guarda materna ao mesmo tempo em que fornece assistência financeira às mulheres, para que as mulheres possam ter independência econômica durante o parto, e não deve usar isso como motivo para não ter filhos. Com isso, o Brasil será capaz de superar esse preconceito nacional e restaurar a prosperidade econômica.