Impactos do envelhecimento da população brasileira

Enviada em 08/11/2020

O crescimento da quantidade de idosos é natural, portanto, esperado quando há inserção de tecnologia em saúde, pois ela prolonga a expectativa de vida. No entanto, embora previsto, ainda existem desafios complexos que assolam a administração pública no que se refere à aposentadoria. Dessa forma, é pertinente analisar os principais entraves que esse aumento de pessoas na terceira idade acarreta no País: abalo econômico e a demanda por grandes projetos em saúde.

Primeiramente, é importante salientar que a mulher no mercado de trabalho implica planejamento familiar e leva á baixa taxa de fecundidade - número médio de filhos que uma mulher teria em seu período reprodutivo . A ausência de prole diminui o percentual de jovens e adultos no mercado de trabalho e prejudica o subsídio previdenciário essencial para os aposentados. Segundo pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 9,2% da população brasileira, em 2018, possuía 65 anos ou mais e a projeção para 2060 é de 25,5% (58,2 milhões). Ou seja, esse aumento demanda reformulações na estrutura previdenciária.

Somando a isso, sabe-se que, biologicamente, ocorre a degradação dos corpos com o passar do tempo, eles ficam mais frágeis e susceptível as doenças. Logo, para amenizar esse processo e aumentar a esperança de vida, que é de 75,7 anos no Brasil, segundo o IBGE em 2016, o idoso precisa de medicações e tratamentos específicos, além de maior frequência de tratamento em relação aos demais. O Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro possui problemas de capacidade e eficiência, isso mostra que, sem intervenção, ele não estará apto para proporcionar o bem-estar de todos. Urge, então, a adaptação dos projetos em saúde para melhor atender a essa nova realidade social.

Evidência-se, portanto, que a presença elevadas de senis no País gera problemas a serem solucionados. Assim, cabe ao Estado, detentor da gestão pública, realizar a Reforma da Previdência de forma solidária e justa, com reuniões que incluam a participação de todas as classes de trabalhadores, sendo elas representadas pelos sindicatos. Assim, haverá equidade no processo e garantia de aposentadoria para todos os idosos a longo prazo. Paralelamente, o Ministério da Saúde deve criar cursos de capacitação em Gestão de Recursos para gestores de hospitais e pronto atendimentos, com o intuito de otimizar o emprego do dinheiro e, consequentemente, tornar-se mais eficaz. Feito isso, a nova características e de qualidade de vida.