Impactos do envelhecimento da população brasileira
Enviada em 08/11/2020
No contexto histórico pós-Segunda Guerra Mundial, o Brasil e o mundo fizeram avanços na medicina. Como resultado, novos métodos anticoncepcionais surgiram e as condições sanitárias básicas aumentaram, ajudando a reduzir as taxas de natalidade e a aumentar a expectativa de vida, respectivamente. No caso do Brasil, essa situação se manifesta como o fenômeno do envelhecimento populacional, que se dá no processo de produção de impacto social. Diante disso, o governo ignora as medidas preventivas de saúde e a futura escassez de mão-de-obra, que, juntas, proporcionarão ao país “barreiras” sociais e econômicas.
Em primeiro lugar, convém sublinhar que, devido à falência do sistema público de saúde, não foram tomadas medidas de prevenção de doenças, o que tem feito com que os cidadãos envelheçam por problemas de saúde e aumentem as despesas públicas. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, mais de 80% dos idosos sofrem de diabetes, hipertensão e obesidade, dos quais mais de 75% dos idosos são totalmente dependentes do SUS - sistema médico único - mesmo esperando na fila por vários anos, geralmente esse atraso Vai causar morte. As evidências mostram que é grande a proteção com o artigo 5º da Constituição Federal, o que garante a qualidade dos direitos públicos e obrigações estatais de que todos gozam.
Portanto, observa-se que o Brasil caminha para um futuro de escassez de mão de obra, pois segundo o IBGE, até 2030, mais de 30% da população será idosa, tendo em vista o despreparo para medidas preventivas de prevenção de doenças. No entanto, de acordo com a demógrafa Ana Amélia, “a população é vital para o desenvolvimento do país”. Aprovar a transferência da economia das pessoas e não investir na prevenção de doenças vai atrapalhar o desenvolvimento social e econômico do país. “obstáculo”.
Portanto, é imprescindível que o governo federal invista nos cuidados com a saúde pública por meio da conscientização da população sobre o combate a doenças como hipertensão, diabetes e obesidade, realização de estudos periódicos de nutrição e palestras em unidades de saúde comunitárias e grandes centros que detalhem a importância da reeducação alimentar e exercícios para um envelhecimento saudável. Além disso, tais palestras devem ser veiculadas em sites oficiais do governo para atingir o maior número de pessoas possível e contribuir para a reprogramação mental quanto à relação entre saúde e envelhecimento. Com isso, a população atingirá uma velhice mais saudável, contribuindo para o reconhecimento do artigo quinto da Constituição e aumentando a força de trabalho, rompendo várias “barreiras” econômicas e sociais.