Impactos do envelhecimento da população brasileira
Enviada em 09/11/2020
A população idosa está crescendo no Brasil, tornando-se um desafio para sociedade. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2060, o percentual de pessoas com mais de 65 anos, passará dos atuais 9,2% para 25,5%, ou seja, 1 em cada brasileiros será idoso. Diante desses dados, haverá uma elevação nos gastos com a saúde pública, pois os anciãos estão destinados a desenvolver mais doenças do que os jovens.
Em primeiro plano, os idosos de classe social baixa usam exclusivamente o SUS (Sistema Único de Saúde), e muitos deles desenvolvem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, que necessitam de acompanhamentos constantes de médicos e inúmeros exames e consultas, dessa forma, com o aumento do público idoso, os custos que o governo precisará desembolsar será muito alto. De acordo com Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Less), o gasto ambulatorial aos idosos, que, em 2010 era 31,2%, atingirá 42,2% em 2030.
Em segundo plano, haverá o aumento das expensas com os remédios, e hoje em dia à falta de medicamentos no SUS é um problema que futuramente pode piorar, em virtudes de anciãos serem dependentes de remédios, e alguns deles não tem condição em comprar nas farmácias.
Portanto, o Ministério da Saúde pode fazer parceria entre a saúde pública e privada, resultando em consultas e exames preventivas gratuitas para o público idoso, principalmente aqueles que não dão sinais da enfermidade, ou seja, ajudando a revelar doenças genéticas, com a finalidade de começar o tratamento antes que a doença se desenvolve. E também outro caminho, é investir em cartão benefícios em saúde, que dará descontos em exames e medicamentos.