Impactos do envelhecimento da população brasileira

Enviada em 11/05/2024

Na década de 1970, a Revolução - Técnico - Científico - Informacional estava em abrangência no mundo, proporcionando mão de obra profissional e empregabilidade nos setores de mercados, tanto para homens quanto para o ingresso das mulheres. Assim, as taxas de fecundação por mulher na sociedade foi baixando, seja pela inserção da mulher no trabalho do mundo globalizado e, por consequência, decorrendo a previsível falta de mão de obra devido à redução da fecundidade.

Nesse sentido, observa-se que a introdução do feminino nos setores trabalhistas é um dos maiores efeitos da opção por uma quantidade pensada de filhos durante a sua vida. Tal questão ocorre porque as oportunidades de estudos e de empregos na coletividade tecnólogica disponibiliza acessos de cursos técnicos e de trabalhos em empresas para as mulheres desde da evolução da tecnologia nos anos 70. Sendo assim, Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra por Domicílio (Pnad) um recorde histórico de ocupação feminina no mercado de trabalho totalizando 43.380.636 mulheres, a frente de 2022 que obteve 42.675.531, demonstrando o quanto o genêro feminino tem impulsionado espaço em cargos de trabalhos.

Ademais, é válido ressaltar a questão impactante da interferência da escassez de profissionais para serviços no corpo social. À esse ponto, persiste, de modo indolente, as baixas fecundações e o alto indíce de envelhecimento populacional, passando a apresentar, dessa maneira, uma espécie de “melancolia coletiva”, teorizada pela arquiteta Ermínia Maricato como sendo uma melancolia a estagnação dos setores trabalhista a fim do desenvolvimento nas empresas de diversos setores decorrido da ausência de recursos humanos para trabalhar.

Portanto, , pode-se perceber que o debate acerca da problemática é imprescindível para a construção igualitária do Brasil. Nessa lógica, é imperativo que o Estado promova por meio de campanhas a estimulação das pessoas terem mais filhos, assim como mais oportunidades de educação de qualidade nos setores públicos desde do jadrim de infância até o ensino médio para, dessa maneira, assegurarem mais jovens profissionais no mercado de trabalho do país.