Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 09/08/2020
Ao longo dos anos, estudamos diversos acontecimento. Guerras, brigas e, principalmente, doenças são um cardápio considerável dos livros de história. Entretanto, vivenciar é mais difícil do que apenas ler uma ou duas páginas a cerca do assunto. E é nesse cenário, que é possível perceber os problemas que o Covid trouxe para a sociedade. Dentre eles, a questão da saúde mental, a qual nos idosos é algo notório e de de grande impacto, sendo necessário analisar a fundo esse problema, para assim, poder ameniza-lo.
Vale, de início, perceber que os idosos têm sido a classe mais afetada nesse momento, sendo de grande importância um melhor manejamento de tal porcentagem. Os mais velhos sofrem de dois problemas, enquanto a maioria dessa parte não trabalha, eles dispõem de certo tempo livre, o qual, antes, poderia ser preenchidos com viagens, passeios com os amigos e jogos. Entretanto, isso vai de encontro algo que é certo, ou seja, seu segundo problema. Eles são os que mais morrem pela doença, segundo o site da UFRN para o Covid, sendo necessário que essa isolamento seja mais intenso. Dessa forma, é imprescindível uma maior tolerância e buscar formas de melhorar essa transição, mantendo-os entretidos sem prejudicar sua saúde.
Outrossim, a ciência já correlacionava a questão da saúde mental, mais especificamente, a depressão, com o ambiente externo e nesse contexto fica ainda mais evidente. De acordo com o site do hospital Sírio-libanês, a falta de vitamina D pode aumentar 75% a chance desenvolver está “angústia extrema”. A vitamina é justamente a que produzimos em contato com o sol. Portanto, as pessoas que ficam mais em casa, tem uma maior predisposição a desenvolver transtornos mentais e é evidente a relevância de um momento sob o sol, mesmo nessa pandemia. Essa ação pode ser feita em um local da casa mais distante e que tenha contato com os raios ultravioletas.
Por conseguinte, é compreensível essa situação que os idosos estão enfrentando. Para atenuar esse impasse, as famílias devem promover a melhor assimilação da vitamina D, por meio de disponibilizar locais sem contato pessoal para a segurança dos idosos, a fim de que a chance de depressão por causa desse hormônio diminua. Além disso, as mídias convencionais podem ajudar na utilização das novas tecnologias, por exemplo, skype, meet, jetsi, por intermédio de propagandas e aulas para que os idosos possam ter o conhecimento básico para usar tais utensílios e assim conversar, jogar e se divertir mesmo que através de uma tela.