Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena

Enviada em 17/08/2020

De acordo com o filósofo Ralph Waldo Emerson, a maior riqueza humana é a saúde. Entretanto, o isolamento social dificulta no alcance à saúde, visto que causa transtornos mentais como a depressão, a ansiedade e o estresse em idosos. Com isso, as mudanças na rotina e a redução do contato físico são fatores que compensam analisar a fim de reduzir essas práticas que prejudicam a nação.

Em primeiro lugar, a quarentena no cenário pandêmico atual contribuiu para a modificação do estilo de vida, pois reduziu a realização de atividades externas e, consequentemente, gerou frustrações em pessoas de idades avançadas. Em uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, o risco de morte causado por estresse aumentou 14% no isolamento.

Posteriormente, a redução de contato físico por parte de familiares e amigos causa aspectos negativos na saúde mental no idoso. Em um censo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o aumento de depressão aumentou 80% na vida das pessoas quando começaram a inserir-se no processo da pandemia. Esses dados refletem-se, também, devido a sentimentos de solidão e abandono sentidos mais frequentemente por indivíduos mais velhos, que tiveram o contato com a família diminuídos.

Certamente, levando em consideração os fatos mencionados, são necessárias ações para reverter o quadro atual.  Para reduzir os impactos em idosos causados pela quarentena, é necessário que o Estado, juntamente com veículos de mídia, por meio de verbas governamentais e investimentos privados, desenvolva projetos e cursos que estimulem a realização de atividades caseiras. Essas atividades devem estimular a prática de exercícios físicos, de cozinha e de costura. Desse modo, diminuirá os casos de estresse e ansiedade e retomará aos princípios de Ralph Waldo Emerson.