Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 25/09/2020
A pandemia do novo vírus se espalhou pelo mundo e, para conter a disseminação do COVID-19, uma das principais medidas é o isolamento social, ou seja, as pessoas devem ficar em casa a maior parte do tempo possível. No entanto, o isolamento pode causar algumas consequências negativas na saúde mental, porque as pessoas podem se sentir sozinhas ou mais ansiosas do que o normal.
Essa questão é especialmente importante no caso de pessoas idosas, que são o principal grupo de risco vulnerável a desenvolver complicações pela Covid-19 e, por isso, precisam ficar totalmente isoladas. Em muitos casos, elas sentem falta da interação social e do contato com familiares e amigos, ficando mais tristes e ansiosas.
É normal se sentir triste e desanimado em alguns momentos, principalmente diante de uma situação de mudança abrupta, em que é necessário se adaptar a uma nova rotina (não apenas os idosos, mas todos). Respeitar os próprios sentimentos e emoções também é muito importante. O ideal é para tentar buscar medidas para aliviar a angústia e a ansiedade causadas pelo confinamento, tornando o período menos sofrido e diminuindo o risco de agravamento de casos de depressão e outros transtornos mentais.
O isolamento contribuiu para que muitos idosos desenvolvessem algum tipo de doença emocional e até mesmo física, quando se chega a uma certa idade nem tudo é recebido de uma maneira tranquilizada. E essas pessoas não têm mais a vida que tinham antes da pandemia, o que realmente os deixa muito chateados e sem esperança de melhorar a situação de vida. Com esse forte pensamento em mente de que as coisas vão mudar ficam cada vez mais tristes e sem ânimo e com isso desenvolvem mais distúrbios.