Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 11/10/2020
Ficar sem ver sua família unida fisicamente é algo bem difícil, dificuldade enfrentada pelos idosos no ano de 2020. Um ano de pandemia, dá quarentena e isolamento social daqueles que correm o maior risco: os idosos. A quarentena chegou a beneficiar alguns, entretanto, também agravou problemas psicológicos em outros. A depressão, a ansiedade e a solidão são alguns dos problemas mais enfrentados por eles.
A depressão vem ganhando destaque no século atual aparentemente atingindo, em sua maioria, os jovens. Entetanto, grupo de pessoas mais atingidas pela doença, é o da 3° idade que carrega uma bagagem grande de emoções e sentimentos que até podem ser benéficas, mas não neste caso. Um idoso em isolamento social enfrenta a si mesmo por estar sozinho, mas isso por ter que se manter trancado contra o vírus da COVID-19, o que da espaço e chance para outro vírus: a solidão.
A solidão na 3° idade acaba sendo mais forte quando a dependência emocional é colocada nos familiares, dependência que em quarentena torna-se um perigo, pois ocorre o desencontro. Tal desencontro juntamente a uma solidão agrava problemas bem grandes à eles, sendo um dos maiores a ansiedade, que além de danos mentais também causa danos físicos. Tais problemas podem ocasionar em tremedeiras, ilusões, desmaios e pensamentos perturbadores que possuem extremo malefício.
A ausência familiar de forma física pode ser substituída pela presença digital, cabe aos familiares mais próximos proporcionarem um aparelho eletrônico que possa ajudar na interação com os idosos, além dos ensinamentos de como fazer e atender ligações. Tudo à fim de melhorar a convivência deles no período de isolamento, ouvir histórias, conversar sobre os dias são boas escolhas, tudo no intuito de deixá-los falar e fazer com que eles se sintam mais amados neste momento difícil mentalmente para eles.