Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 22/10/2020
Pandemia do Coronavírus e a Saúde Mental dos Idosos
A depressão é conhecida como a doença do século, pois se tornou muito comum nos dias de hoje, ela se desenvolve por diversos motivos, alguns deles são o estresse, a solidão, a violência e traumas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 300 milhões de pessoas no mundo são afetadas pela depressão, sendo 11,2 milhões brasileiros.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) agrupou por faixa etária os indivíduos que sofrem de depressão, mostrando onde ela é mais severa. Os idosos entre 60 e 64 anos de idade lideram o ranking, com 11,1% dos indivíduos diagnosticados.
Com a pandemia do Coronavírus, a recomendação foi que todos ficassem em suas casas, em isolamento social, tendo os idosos como o grupo de maior risco diante o vírus Covid-19, pois são mais vulneráveis e os efeitos podem ser mais prejudicais.
Com essa situação global de isolamento, angústia, medo e outras inquietações, muitas pessoas, principalmente os idosos, foram diagnosticadas com depressão, o que aumentou os números de deprimidos no mundo.
Algumas providências podem ser tomadas para diminuir as consequências do isolamento social e das mudanças radicais no estilo de vida dos idosos, como por exemplo: Aos familiares que estão presentes na mesma residência, procurar atividades que todos gostem de fazer, jogar cartas, assistir programas de televisão juntos, cuidar do jardim, cozinhar etc. E aos amigos ou familiares que não se encontram na mesma residência, manter o contato por ligações e vídeo chamadas frequentemente, para que eles não se sintam sozinhos, procurar ajudá-los da maneira possível, como ir aos supermercados, farmácias, padaria e coisas do tipo, para que se sintam importantes.
Este momento os idosos necessitam de atenção e amor, para que não sofram dos efeitos do confinamento.