Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 23/12/2020
A chegada do Covid-19 mudou a vida de várias pessoas a partir do distanciamento social, principalmente dos idosos, já que requer uma mobilidade corporal em seu cotidiano. Assim, verificam-se como a ociosidade corpórea e as doenças influenciam nessa problemática.
Segundo um estudo da Convid.fiocruz menos de 15% dos entrevistados com mais de 60 anos têm realizado uma hora e meia de atividade física semanal, contribuindo para a inativade muscular a qual pode acarretar problemas de locomoção, de equilíbrio, de força e até o favorecimento de quedas e fraturas. Desse modo, torna-se indispensável a adoção de uma rotina moderada de exercícios com o peso do corpo e alongamentos no intuito de estimular a aptidão e controlar os fatores de risco nas enfermidades.
Em segundo plano, os anciãos deixaram de acompanhar doenças crônicas por medo e, neste momento, estão procurando atendimento de urgência por descontrole da patologia. Á vista disso, uma pesquisa da American Association of Geriatric Psychiatry indicou que 20% da população acima dos 55 anos apresenta certo tipo de problema na saúde mental, por exemplo, depressão e bipolaridade. Sendo assim, a prevenção ocorre na adoção de um estilo mais dinâmico além de uma interação virtual com seus parentes através de plataformas de videochamadas.
Destarte, diante dessa nova mudança se faz necessário a colaboração do governo federal em parceria com programas de esportes para elaborar projetos perante adaptação de hábitos em atividades musculares, de tal modo que assessorre os familiares ao ajudar os idosos nessa nova fase, mediante projeção de vídeos em redes sociais, intruindo-os ao acompanhamento profissional adequado e certificar-se de que está apto. A fim de assegurar boa vitalidade e otimizar mais seu tempo de forma prática nessa quarentena.