Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena

Enviada em 07/04/2021

Os problemas na saúde mental de idosos são mais comuns do que parecem, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 5,8% dos brasileiros têm depressão, e a prevalência quase dobra entre os que estão na faixa etária de 60 a 64 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 11,1% deles estão depressivos. Por isso ao longo das décadas, os problemas de saúde mental em jovens, adultos ou idosos, começaram a ter mais importância, levantando grupos destinados a auxiliar pessoas com esses problemas (Depressão, Ansiedade, Transtorno de bipolaridade, etc.).

Com a chegada da pandemia, os idosos que já não tinham grande contato com seus familiares, sofrem cada vez mais com a falta de socialização. Para grande parte dos idosos não esta sendo fácil a adaptação ao novo modo de vida, pois foram implantadas mudanças rigorosas. Para prevenir problemas como a depressão, ansiedade, entre outros, devemos encontrar formas de eliminar afastamento criado pelo vírus.

Um modo de resolver isso é o simples ato de conversar, mostrar a eles que não estão sozinhos, e que podem contar com seus amigos e familiares. Para quem não consegue se comunicar presencialmente, é possível usar a tecnologia a seu favor, utilizando as vídeo chamadas ou até mesmo mensagens para se comunicar. Outra maneira de passar o tempo e relaxar, é jogar jogos de tabuleiro, escrever, desenhar ou pintar.

Os exercícios físicos também são muito necessários na quarentena, pois a atividade física regular não reduz apenas medidas, ela melhora a capacidade cognitiva, reduz os níveis de ansiedade e estresse, fornece mais energia e aumenta autoestima. Além disso, os movimentos motores realizados durante as atividades liberam endorfinas no cérebro.

Agora na pandemia, a dica é para tentar buscar medidas para aliviar a angústia e a ansiedade causadas pelo confinamento, tornando o período menos sofrido e difícil.