Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 13/04/2021
Antes da chegada da pandemia do coronavírus, era possível fazer encontros com a família e amigos, ir à festas, bailes de terceira idade e outrem, mas atualmente, a informação que é transmitida para o mundo é a de ficar em casa. Com isso, a população, em especial os idosos, que estão dentro do grupo de risco, devem ficar isolados, o que gera ansiedade e depressão.
Primeiramente, cabe pontuar que, com o distanciamento social os idosos sofrem de depressão e ansiedade pelo fato de não poderem ver a família e amigos, e não receber o contato físico desejado. Segundo Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o professor Alberto Filgueiras relatou que houve um aumento de casos de depressão e ansiedade no período da pandemia, pois o percentual inicial foi de 4,2% e passou para 8% em depressão e 8,7% passou para 14,9% em ansiedade.
Por conseguinte, vale ressaltar que, as clínicas psicológicas sofreram grande aumento no número de consultas. De acordo com Filgueiras, os pacientes que procuraram psicoterapia sofrem com um índice bem menor de doenças mentais se comparados com as pessoas que não procuraram a ajuda necessária.
Portanto, o Ministério da Educação deve fornecer palestras com psicólogos e cursos online de forma gratuita, com a função de entretenimento nas mídias socias sobre diversos temas de interesse dos idosos, como a arte de tricotar, culinária, aprender um instrumento, ou até mesmo que ensine a jogar um jogo de cartas, combatendo assim, a depressão, a ansiedade e os demais impactos causados pelo isolamento social sentido pelos idosos.