Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 13/04/2021
A situação atual provocada pela pandemia do coronavírus é encarada por cada pessoa de uma forma diferente. O isolamento social é fundamental para evitar a propagação do novo coronavírus entre os idosos, principal grupo de risco, o qual pode causar sérios impactos na saúde mental dos mesmos. O isolamento, por outro lado, pode levar ao surgimento ou agravamento de sintomas de transtornos mentais como ansiedade ou depressão, entre outros.
Primeiramente, cabe pontuar que, os idosos institucionalizados em asilos e casas geriátricas que possuem uma probabilidade maior de depressão, pois a mudança radical no estilo de vida, a necessidade de adaptação às novas regras de horários e atividades, convivendo com desconhecidos e longe da família, interfere assim em sua autoestima e liberdade.
Além disso, a depressão é uma das doenças mentais que mais atinge os idosos. De acordo com o IBGE, pessoas com idades entre 60 e 64 anos representam a faixa etária com maior proporção (11,1%), entre os 11,2 milhões de brasileiros diagnosticados com a doença e este índice vem aumento com o passar dos anos .
Sendo assim, uma Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com o acompanhante de idosos, deve realizar um tratamento de terapia medicamentosa e psicoterapia. Além disso, é importante a reinserção do idoso no contexto familiar, promover relações sociais e afetivas, estabelecer para sua rotina atividades de estimulação cognitiva, uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos como hidroginástica ou caminhada. Para que assim a saúde mental dos idosos seja restabelecida.