Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 13/04/2021
Quando pensa-se na velhice, relaciona-se esse momento com calmaria, lazer entre as famílias, atividades físicas e viagens. No entanto, na pandemia do Coronavírus, que teve início em dois mil e vinte, muitos idosos perderam momentos idealizados por conta do isolamento social. Tendo que deixar de lado suas atividades cotidianas, grupos de idosos, suas famílias e amigos, por serem grupo de risco perante ao covid-19.
Atualmente, no século vinte e um, foi observado que os idosos passaram a ressignificar a velhice. Antes, viam ela como o fim de suas vidas e nos dias de hoje veem ela com uma perspectiva diferente, como se estivessem tendo a oportunidade de viver tudo o que não vivenciaram antes. Neste sentido, procuram participar de grupos de idosos, fazerem novos amigos e até mesmo novos amores. No entanto, subitamente essa vida passou a ser apenas uma idealização e uma visão de esperança, com o início da pandemia do Novo Coronavírus e o isolamento social.
Além disso, para enfrentarem essa doença e preservarem suas vidas, destacando de lado suas famílias e também de fazerem suas atividades cotidianas. Mas, mais doloroso que isto, teve também que se restringir a momentos ímpares, como o nascimento de seus netos, aniversários, formaturas e também, perdas. Esses fatores fazem com que o idoso desenvolva doenças psíquicas, por tamanha solidão e falta de esperança, como a depressão e ansiedade. Um exemplo disto, é apontado no filme “Up, Altas aventuras”, quando um idoso solitário, após perder o amor da sua vida, está em condição de trauma e tristeza profunda, até o momento que um garoto escoteiro ou encrenca em uma aventura e faz enxergar a vida com outros olhos novamente. Este exemplo mostra que, principalmente o idoso, precisa de companhia para que enxergue a vida com mais felicidade e esperança.