Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 26/05/2021
Na comtemporaneidade é notório a exclusão dos idosos diante aos mais recentes acontecimentos históricos. Sob esse viês, desde âmbitos tecnológicos a cenários pandêmicos, essa faixa etária torna-se vulnerável ao aparecimento de transtornos mentais. Isso, ocorre, seja pela falta de comprometimento em acolher, o grupo em debate, e a negligência estatal acerca desse tema atual, principalmente em situações de quarentena, onde esses devem permanecer isolados por serem classificados como grupo de risco. Em razão disso, é a promoção de subterfúgios com o fito de mitigar a problemática supracitada.
Nessa conjuntura, é fulcral a discussão acerca do substancial papel do tecido social na inclusão dos idosos com vistas a assegurar a sanidade mental dos mesmos. Consoante ao sociólogo Émile Durkheim, a sociedade é totalamente responsável pela formação dos indivíduos, sendo, desse modo, atribuido a formação da pessoa. De maneira análoga a alucidação do teórico francês, o coletivo social é encarregado do ser humano, essencialmente em situações difíceis como a hodierna pandemia. Contudo, pouco é feito por parte da população para integrar essa parcela da sociedade ao seu grupo o que reflete na vida desses é a extrema solidão e sucetividade a desenvolvimento de doenças mentais como a depressão. Desse modo, é imprescindível que, para a melhor aplicação do sociólogo francês, essa problematica seja revertida.
Paralelamente a falha da compactuação social, com a integração da terceira idade, é primordial enfatizar a negligência estatal em promover segurança mental ao público em pauta. Nesse âmbito, de acordo com pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com maior taxa de pessoas com depressão na America Latina, e mesmo diante desse dado alarmante, são poucas as ações feitas por orgãos públicos. Isso ocorre devido a falta de investimenos em centros especializados no cuidado para com essas condições. Consequentemente, os grupos de menor renda não terão tratamentos adequados, contribuindo para progressiva piora em seu quadro. Dessa maneira, essa celeuma urge ser selecionada para melhores quadros da população idosa no país tupiniquim.
Portanto, são essenciais medidas operantes para a melhora das condições dos ídosos no atual cenário de pandemia. Para isso, compete ao Estado-cuja função é promover o bem estar social- implantar projetos de auxílio médico nas residencias dos ídosos através de visitas semanais, com a finalidade de avaliações dos quadros desse grupo. Ademais, compete ao Ministério da Economia promover campanhas de inclusão dessa parcela da sociedade através de palestras e propagandas em emissoras. Com isso, os idosos terão sáude mental novamente e esperarão por dias melhores.