Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 26/05/2021
Na contemporaneidade é notório a exclusão dos idosos diante aos mais recentes acontecimentos históricos. Sob esse viés,desde ambitos tecnológicos até momentos pandemicos,essa faixa etária torna-se vulnerável ao surgimento de transtornos psicológicos. Isso ocorre seja pela falta de comprometimento social em acolher o grupo em debate,seja por insuficiência pública em promover melhor qualidade de vida, principalmente em situações de quarentena. Em razão disso, é mister a promoção de subterfúgio com o fito de mitigar a problemática supracitada.
Nessa conjuntura, é fulcral a discurssão acerca do substancial papel do tecido social na inclusão dos idosos com vistas a assegurar a sanidade mental dos tais. Consoante ao sociólogo Émile Durkheim, a sociedade é totalmente responsável pela formação dos indivíduos. De maneira análoga a elucidação do filosofo, o coletivo social é encarregado do ser humano, essencialmente em situações difícies como a pandemia de Covid-19. Logo, o grupo de risco em destaque deve ser auxiliado com urgentemente.
Paralelamente, a falha compactuação social com a integração da terceira idade, é primordial enfatizar a negligencia estatal em promover a segurança mental ao público em pauta. Nessa pesperctiva,os índices de ansiedade,depressão e suícidio cresceu no período da quarentena,em comparação á anos anteriores. De acordo com o Centro de Valorização a Vida (CVV) , cerca de 40% dos atendimentos 20 são idosos. Diante do exposto, é mister a reversão desse quadro.
Urge, portanto, a projeção do acolhimneto social e político com a população idosa, para que haja equílibrio menta. Para isso, compete ao Estado promover projetos e campanhas de auxílio médico, nas residencias dos idosos, semanalmente por meio de profissionais de saúde da área com a finalidade de garantir a saúde mental independente da situação. Somente assim, juntamente com o apoio social esse panorama reverter-se-á em apoio mental aos idosos.