Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 26/05/2021
A solidão na terceira idade não se expõe a algo recente, de acordo com os psicólogos o sentimento de estar só nos idosos se perdura a uma série de mudanças que podem se diversificar em questões como doenças, perda de amigos e entes queridos, além de uma diminuição de sua independência ao decorrer dos anos.
Sendo os mais velhos, o grupo de maior risco de contágio e tendo que sofrer um afastamento social, tende que esta colisão de mudanças arrependidas ainda mais que estão acostumados a atividades sociáveis, causa um impacto não somente em relação ao alto índice de contágio como também a grande quantidade ingerida de noticias em um estado de alarme em relação ao Covid-19, trazendo um abastecimento elevado de ansiedade e estresse que estão sob condições de alto nível de instabilidade.
No entanto, como problemas prejudiciais à saúde mental das pessoas na terceira idade podem se evidenciar tanto nos espaços mais afastados como também em casa com os familiares.
Portanto, de acordo com a psicóloga Rita de Cássia Remonato “Solidão é algo subjetivo, posso me sentir sozinha. ”E o embasamento da problemática está realmente relacionado a isso, usar a tecnologia a disposição, por meio de servidores da saúde que contém uma estrutura de telemonitoramento que visasse a checar não somente sintomas do covid-19 como também acompanhamento e auxiliar o quadro de saúde mental dos idosos, além da disposição também por meio das operadoras de saúde do atendimento preventivo com psicólogos por meio da telecomunicação. Já em âmbitos familiares a atenção e o devido cuidado e aumento por parte dos parentes que cumprem uma interação com os mais velhos, propicia uma configuração de reconforto ao meio em que está inserido, além da ajuda aos mais velhos em meios tecnológicos para a convivência com os demais amigos e parentes afastados pela quarentena .