Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena

Enviada em 19/06/2021

Atualmente, não somente o Brasil está em meio a uma pandemia, mas sim o mundo inteiro. Inicialmente os idosos eram os mais afetados e deveriam ser mais rígidos quanto a exclusão social, quarentena, porém esse afastamento acabou influenciando na vida dos idosos e na mente trazendo doenças como depressão, ansiedade e pânico. Portanto, ações precisam ser executadas para diminuir o impacto mental dos velhinhos nessa pandemia.

Em primeira análise, também é necessária uma assistência psicológica com todos, até por uma questão de não acharem a todo tempo que vão morrer por conta do vírus, de se sentirem sozinhos e desanimados. Desse modo, eles teriam contato com alguém que entende do assunto e para os idosos sem família teriam alguém para desabafar e ser acolhido.

Em segunda análise, é possível ver que com a pandemia as famílias ficaram 100% em casa e tiveram que aprender a conviver e lidar com os afazeres de todos em poucos metros quadrados, tanto que conforme o Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) os casos de depressão dobraram e de ansiedade aumentaram 80% em março do ano passado. Contudo, é necessário a conscientização dos familiares para tentar manter mais contato via internet, mandar cartas e presentes simples para os idosos, para que não se sintam sozinhos e abandonados. Sendo assim, os números de idosos com doenças mentais diminuiriam.

Portanto, medidas precisam ser tomadas para a resolução desse problema. É necessário que o governo disponibilize uma assistência semanal e presencial com psicólogos para os idosos que quiserem, para ajudar na manutenção psicológica. Assim com também o Governo aliado à imprensa conscientizem o zelo e carinho aos idosos de suas famílias. Quem sabe assim os idosos enfrentarão melhor a pandemia.