Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena

Enviada em 20/07/2021

O isolamento social é um dos principais fatores, nesse período de pandemia, para manter protegido os idosos, no qual são os mais propensos a casos graves da doença. Todavia, o confinamento tem gerado, em grande parte da sociedade brasileira mais velha, transtornos psicológico, como a ansiedade e a depressão. O afastamento do convívio familiar, bem como o medo diante de um vírus mortal contribuem para a perseverança dessa problemática.

De início, cabe ressaltar que se tem impactos na saúde mental dos idosos devido o isolamento social, uma vez que a socialização está presente desde o início da humanidade. De acordo com a primeira lei de Newton, na qual descreve a natureza do movimento, tem-se que para toda ação existe uma reação. Nessa perspectiva, nota-se que a atitude de se afastar do convívio familiar acarretará problemas psicológicos, dado que a raça humana é um ser sociável.

Ademais, o medo e a desconfiança são as principais características desse período conturbado causado pelo coronavírus, tendo como umas das vítimas os idosos, visto que estão mais propensos a esses males. No filme “coringa” retrata-se a vida de Arthur Fleck, no qual possui uma doença psicológica que piora na medida que o pavor e o receio com a humanidade cresce. Dado exposto, constata-se que o temor de algo desconhecido suscinta adversidades neurológicas, tendo em vista que é um fator preponderante para a perda da sanidade mental.

Infere-se dizer, nesse viés, que o isolamento social gera transtornos psicológicos em idosos, como a ansiedade e a depressão. Com isso, cabe ao Ministério da Educação investir em palestras na internet, a fim de alertar acerca das adversidades provindas dessa ação. Além de haver por parte das famílias diálogos nas casas, com o objetivo de informar sobre os problemas vindos dessa conduta. Assim, o mundo vivenciará um ambiente onde os idosos terão uma boa saúde mental.