Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 23/08/2021
Na contemporaniedade é notória a exclusão dos idosos diante aos mais recentes acontecimento históricos. Sob esse viés, desde âmbitos tecnológicos até momentos pandêmicos, essa faixa etária torna-se vulnerável ao aparecimento de transtornos mentais. Isso ocorre pela falta de comprometimento social, seja por insuficiência pública em garantir a melhor qualidade de vida, principalmente, em situações de quarentena. Em razão disso, é necessário ações efetivas para mitigar tal impasse.
Nessa conjuntura, é importante a discussão sobre o substancial papel do tecido social na inclusão dos idosos com vista aa assegurar a sanidade mental de tais. Consoante ao sociólogo Émile Durkheim, uma sociedade totalmente responsável pela formação das pessoas. Da mesma maneira que a elucidação do teórico francês, o coletivo social é encarregado do ser humano, essencialmente em determinadas situações como uma pandemia. Logo, o grupo de risco em destaque deve ser auxiliado com eficiência, urgentemente.
Paralelamente a falha compactuação social com integração da terceira idade, é primordialmente enfatizar a negligência estatal em promover segurança mental ao público em pauta. Nessa pesperctiva, os índices de ansiedade e depressão, não atual contexto de quarentena, nos idosos são alarmantes, uma vez que essa parte da sociedade não está inserida nos meios virtuais e são separados de seus familiares. Diante disso, é de extrema importância a reversão desse quadro.
Urge, portanto, a projeção do acolhimento social e político com a população idosa em períodos pandemicos para que haja equilíbrio mental. Para isso, compete ao Estado- cuja função é promover o bem estar social- implantar projetos de auxílio médico nas residências dos idosos semanalmente, por meio de profissionais na área, com suporte de garantir a saúde mental independente da situação financeira ou mental no momento. Quicá, assim, justamente com o apoio social, esse panorama reverte-se-á.