Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena
Enviada em 18/08/2021
O filme “Divertida Mente” conta a história de Rilley, uma garota de 11 ano, a qual desenvolve depressão na adolescência, de forma que tem que lidar com as emoções e não as compreendendo. Fora da ficção, na atual realidade brasileira das pessoas mais velhas, as doenças mentais estão cada vez mais presentes devido ao isolamento social. Por conseguinte, ocorre um aumento de casos de idosos com patológias mentais, devido a quarentena da pandemia.
Diante desse cenário, vale ressaltar, em primeiro plano, que o crescente número desses indivíduos com problemas mentais foi uma das consequência do isolamento em decorrência da COVID-19. Prova disso são dados do OMS -Organização Mundial da Saúde- em que o Brasil é o país mais ansioso do mundo. Nessa lógica, devido ao tempo de quarentena esse dado tende a permanecer. Sendo assim, medidas são necessárias para que possa atenuar essa problemática.
Em segundo plano, a vulnerabilidade que os idosos está passando pela pandemia intensifica as pressões sociais vividas pelos mesmos. Segundo pesquisas da Universidade Federal de Pelotas, mostra que as mortes de idosos de mais de 80 anos durante a pandemia já chegou em 30% do todos os óbitos. Sendo assim, as pessoas mais velhas, são consideradas de risco e devem ter maiores cuidados. No entanto, tudo o que eles estão passando tem consequências psicológicas, como, a depressão, ansiedade, crise de panico, dentre outras.
Em face a tais informação, portanto, é lícito concluir que é preciso adotar um paradigma responsável para atenuar o problema. Assim, cabe a midia-propagadora de informações-criar programas de entretenimento voltado aos idosos, por intermédio de novelas, para que os indivíduos não se sintam sozinhos em momentos como este de pandemia e isolamento.