Impactos do isolamento social na saúde mental dos idosos durante a quarentena

Enviada em 23/08/2021

“Quando a tristeza faz morada em nosso coração, tudo passa a ficar sem cor” a frase dita pela psicóloga Mariana Gil exemplifica o quão dolorozo pode ser passar por momentos de desgosto, e isso piora ainda mais quando se trata de idosos. Nessa pandemia a parte da população mais velha que muitas vezes já não recebiam visitas acabaram ficando ainda mais isoladas. Esse isolamento pode causar impactos negativos para àqueles que ficam muito tempo sozinhos em casa. Alguns desses problemas são causados principalmente por falta de afazeres e de contato com familiares.

“Mente vazia, oficina do diabo” não se manter ocupado pode causar inúmeros problemas, principalmente o estresse e o desânimo. Nesse sentido é extremamente danoso apenas ficar em casa sem realizar atividades ou passatempos. Sob essa ótica a população aposentada que não tinha hobbies antes da pantemia ficou ainda mais angustiada com o cotidiano monótono e solitário, fazendo com que a se arriscassem a sair de casa levando a um aumento no número de casos de contaminação por covid-19.

Atualmente, observa-se que cada vez mais as tecnologias afastam os indivíduos da socialização física. É ainda mais preocupante com os jovens e os idosos já que esses não tem um grande domínio das modernidades aumentando ainda mais essa lacuna. Com o vírus a solta e o distânciamento o uso de aparelhos aumentou e a interações por meio desses também. Entretanto aqueles que não sabem utilizá-los acabam sendo excluídos.

Por fim é evidente que a saúde mental da população idosa está em risco e medidas devem ser tomadas para que esse problema seja amenizado. Taís formas de amenização seriam o incentivo de passatempos que possam ser efetuados dentro de casa, como alongamentos e práticas de exercícios físicos sendo divulgados por redes de TV com o ausílio do Ministério da Saúde. Além da ajuda que familiares devem prover para a aprendizagem de tecnologias pelos mais velhos.