Impactos do lixo plástico no meio ambiente
Enviada em 04/03/2020
Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável; cabe a ele escolher seu modo de agir. Logo, com o avanço do sistema capitalista, recai sobre o homem o compromisso de tornar o mundo mais sustentável. No século XVI, a preocupação com o impacto ambiental, devido ao acúmulo de materiais de plásticos no meio ambiente, vem se tornando cada vez mais efetiva. Esse cenário antagônico é fruto tanto da falta de sensibilização das instituição quanto do impacto ambiental. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Nesse contexto, a educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente, contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na falta de sensibilização sobre o consumo exagerado de materiais de plástico. De acordo Fernanda Dalto, Gerente de Campanhas da ONU Meio Ambiente, o problema não é o plástico, mas sim a falta de consciência humana. Nesse sentido, sem a mudança de atitude da população o aumento da taxa de dejetos continuará crescendo, trazendo risco social e ambiental.
Além disso, o efeito do impacto plástico nos oceanos e no meio ambiente como o impulsionador do problema, pois além de contribuir para o risco de contaminação da água e do solo, que geram produção do gás metano, um dos responsáveis pelo agravamento do efeito estufa, também prejudica a vida marinha que, por causa de dejetos jogados no mar, conforme a especialista os animais marinhos, aves entre outros, morrem em cada ano. Por causa da poluição prejudica a flora e fauna local, e gera outros problemas, como a poluição visual ao excesso de lixo, que seria os derivados plásticos, como garrafas PET, sacolas, canudos e outros itens.
Visto isso, é perceptível que medidas são necessárias para resolver esse impasse. Cabe o governo, por meio do Ministério da Educação realizar nas instituições, projetos sobre a educação ambiental, para estimular o aprendizado e novos hábitos para a construção da consciência ecológica nas crianças, veiculando projetos para reutilizar o plástico de forma sustentável. Paralelamente, o Estado deve, como forma de incentivos colocar placas nos locais de caráter educativo, com intuito de sensibilizar as pessoas sobre a grande importância da preservação e do patrimônio que é de todas as pessoas. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado, pois, conforme o Gabriel o pensador," Na mudança do presente o agente molda o futuro “.