Impactos do lixo plástico no meio ambiente

Enviada em 07/03/2020

Consoante a Revolução Industrial brasileira, ocorreu a produção em massa de equipamentos e embalagens que utilizaram o plástico como a principal matéria prima. Nesse sentido, a falta de substituição desse material resultou em diversos impactos prejudiciais à natureza. Diante disso, deve-se analisar a ausência de políticas governamentais para incentivar projetos universitários voltados para a sustentabilidade e a falta de campanhas midiáticas para conscientizar o tecido social sobre o descarte incorreto do lixo.

Primeiramente, a ausência de políticas governamentais para incentivar projetos universitários voltados para a sustentabilidade é responsável pelo aumento da produção de plástico no Brasil.  Isso porque, em análise ao noticiário G1, a partir do ano de 2017, as universidades federais tiveram o menor repasse de verbas. Nessa perspectiva, sem a prioridade do Governo Federal em apoiar a ciência na criação de produtos bioecológicas acarretará no aumento de descarte do plástico nas ruas, rios e oceanos; e  consequentemente, na morte de vários seres vivos. Por isso, é fundamental eleger políticos que apoiam estudos em defesa do desenvolvimento sustentável.

Em segundo lugar, nota-se, ainda, que a falta de campanhas midiáticas para conscientizar o tecido social sobre o descarte incorreto do lixo  também é um problema social. Isso decorre da valorização da lucratividade após a Revolução Industrial, ou seja, as empresas têm preferência pelo plástico devido seu baixo valor de produção. Contudo, sem a criação de propagandas informativas para educar os indivíduos sobre os prejuízos na natureza por causa do excesso da utilização desse material no dia a dia, ocasiona no aumento de lixões, poluições e enchentes. Portanto, é preciso substituir o plástico por uma fonte de matéria prima biodegradável.

Por fim, após os argumentos citados, é necessário medidas para resolver essa problemática atual. O Governo Federal deve aumentar as verbas econômicas para apoiar a ciência no tecido brasileiro, por meio do recolhimento de impostos empresariais para objetivar ações que priorizam a ecologia, por exemplo, reutilizar produtos feitos do plásticos em outras funções no ambiente domestico, cultural e na jardinagem. A fim de diminuir os impactos causado pelo descarte incorreto dessa matéria prima.