Impactos do lixo plástico no meio ambiente
Enviada em 25/03/2020
Na Química Moderna, o corpo de fundo ocorre quando um soluto não consegue ser dissolvido pelo solvente devido ao excesso de soluto na solução. Analogamente, no planeta Terra, hoje, o plástico é o corpo de fundo, isto é, o soluto, plástico, não consegue ser dissolvido pelo solvente, meio ambiente, e, em consequência disso, surge o corpo de fundo, o material não dissolvido. Desse modo, o excesso de plástico gerado pela sociedade desenvolve impactos negativos no meio ambiente: morte dos animais e alteração do clima global.
Deve-se pontuar, de início, com relação ao cenário apresentado, que o principal problema do plástico é a demora para se decompor no meio ambiente, por volta de 400 anos. Além de demorado, esses materiais vão se tornando menores, o que facilita na ingestão desses por animais marinhos. Segundo a ONU- Organização das Nações Unidas- é estimado que em 2050 a quantidade de resíduos plásticos seja maior do que a quantidade de peixes nos oceanos. Por conseguinte, é evidente que a contaminação e, posteriormente, a morte dos animais sejam as principais consequências desse problema, visto que ,ao se alimentarem de plásticos, os animais não conseguem elimina-los e, com isso, acumulam em seu interior provocando a morte do indivíduo.
Por outro lado, vale ressaltar, também, que no processo de decomposição do plástico há a liberação de gases contribuintes para o efeito estufa- elevação da temperatura média do planeta-, como, o gás metano e o etileno. Ademais, em 1989, cientistas australianos descobriram que o branqueamento dos corais é causado pelo o aumento da temperatura dos oceanos e esse tem origem no efeito estufa . De acordo o filósofo Francis bacon, saber é poder. Assim, em relação à frase , o homem pode se limitar na produção de resíduos, já que a partir do momento que o indivíduo tem o conhecimento da ação , pode minimizar o efeito estufa a partir da diminuição de plásticos.
Em virtude dos fatos mencionados, observa-se que o maleável é um problema no meio ambiente. Portanto, o Estado deve promover incentivos fiscais para o desenvolvimento e a pesquisa de plásticos que não sejam provenientes de petróleo, por exemplo, materiais compostáveis e biodegradáveis. Com a finalidade de substituir o plástico no mercado por opções que demoram menos tempo para se degradar no meio ambiente e, com isso, minimizar efeitos desse no mundo.