Impactos do lixo plástico no meio ambiente

Enviada em 17/04/2020

O lixo plástico é o maior desafio da atualidade, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), levando-se em consideração que a maior parte dos dejetos gerados não são devidamente reciclados. Dessa forma, a união dos povos, a partir do descarte e uso conscientes, é uma boa saída para o problema.

Segundo dados divulgados pela ONU, 80% de todo o lixo marinho é composto por plástico e a estimativa é que, em 2050, a quantidade de plásticos na água supere a de peixes. A partir desses dados, o mais preocupante é que os restos causam a morte de muitos animais e, ainda, acarretam a improdutividade de áreas ambientais, como, por exemplo, os aterros sanitários brasileiros. A grande questão é que os países não planejam a reciclagem dos materiais plásticos.

Sob o prisma da solução, a medida mais eficaz é proibir a produção de materiais plásticos substituíveis, como sacolas, talheres, copos e pratos, a exemplo do adotado pela França. Assim, todos os governantes do mundo devem se unir na repressão à criação desses materiais, de maneira a punir os infratores, na forma da lei, e, ao mesmo tempo, conceder benefícios fiscais às empresas que prezam pelo ambiente equilibrado. Desse modo, haverá a diminuição dos resíduos e, consequentemente, uma melhoria na qualidade de vida da população. A união em torno do uso de produtos biodegradáveis é fundamental para um mundo mais despoluído.

Portanto, os materiais provenientes do plástico devem ser reduzidos, por intermédio de uma política internacional séria de proibição, uma vez que essa é a medida mais prudente para a obtenção de um meio ambiente balanceado. Essa reprovação deve recair em produtos substituíveis, porquanto já existem alternativas biodegradáveis, que agridem menos a natureza.