Impactos do lixo plástico no meio ambiente
Enviada em 05/05/2020
Novos Meios de Produção contra a Degradação do Meio Ambiente
É evidente que, mesmo com os avanços tecnológicos no século XXI, ainda não há um meio efetivo de amenizar ou extinguir os impactos do plástico descartado na natureza. As soluções dadas atualmente, não resolvem a extensão deste problema. O elevado tempo de decomposição, o descarte errôneo do lixo e a interferência no ciclo aquático causam, ao longo dos anos, a devastação de habitats, sendo prejudicial ao meio ambiente.
Em primeiro plano, cabe ressaltar que a composição do plástico é constituída de cadeias de carbono, derivado do petróleo, ou seja, uma matéria altamente poluente e duradoura. Em segundo plano, sabe-se que o destino correto dos plásticos seria as estações de reciclagem, porém são descartados juntamente de outros lixos, queimados (numa tentativa de amenizar a quantidade nos aterros), ou apenas largados em ambientes públicos. Dessa forma, os problemas tendem a crescer e os projetos criados não conseguem manter o mesmo ritmo, tornando-se praticamente ineficazes.
Além disso, há o descarte na hidrosfera, que a transforma em um sistema coloidal, isto é, a presença de resíduos sólidos na água, nos quais, por serem orgânicos retiram o oxigênio e a aglomeração sólida impede a entrada de luz para os seres fotossintetizantes, dificultando a respiração dos seres aquáticos. Logo, a desestabilização marinha resulta em processos desagradáveis, como a eutrofização, cujo há o falecimento de peixes e o aumento incontido de algas nos oceanos, resultando no fenômeno chamado Maré Vermelha.
Portanto, o descarte de plásticos causa severos danos ao meio ambiente e, como supracitado, não há o conhecimento e retorno por parte dos projetos e atitudes, como por exemplo, a “Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos”, um projeto do Ministério do Meio Ambiente, que investiria R$30 milhões para ações de reciclagem em 2019, entretanto a população não se faz conhecedora dessas ações. A fim de amenizar este impacto, deve-se criar subestações nas áreas residenciais, para facilitar a reciclagem e a produção de plásticos biodegradáveis, a partir da biomassa, na qual fornece o polímero (plástico) e há liberação de água, sem o gasto de energia ou dinheiro utilizado atualmente. Para que as soluções criadas sejam efetivas basta reorganizar desde a base do problema.