Impactos do lixo plástico no meio ambiente

Enviada em 18/06/2020

Após a  A Segunda Revolução Industrial, iniciada no século XIX, o uso do plástico aumento devido a possibilidade de criar usando o petróle. Ainda hoje, tal material é amplamente utilizado, de maneira que, inclusive, a produção de plásticos dos últimos dez anos ultrapassou a do século passado. Nesse sentido, o impacto ambiental provocado, no Brasil e no mundo, pelo seu uso desenfreado e pelo descarte incorreto é alarmante, sendo necessário, portanto, reavaliar a cultura de desperdício e cobrar atitudes governamentais mais rígidas.

Primeiramente, é importante colocar em relevância o livro “O Poder do Hábito”, escrito por Charles Duhigg, ex-repórter do New York Times, podendo ser relacionado indiretamente com vício do uso de plásticos na sociedade, por já virar rotina. Para mudar o hábito do uso de sacolas plasticas, é necessário a reeducação da população para acabar com a cultura de desperdício.

Segundo o filósofo Max Horkheimer, o homem busca incessantemente dominar a natureza através de uma racionalidade instrumental doentia, ainda que a natureza frequentemente revolte-se contra ele. Nesse sentido, é possível perceber que a negligência estatal que permeia a crescente poluição plástica no mundo associa-se a ideia de lucro em detrimento da sustentabilidade. Dessa maneira, o papel governamental é imprescindível para a popularização da reciclagem e, decerto, para pressionar mudanças ambientais de outros países.

Nessa conjuntura, a redução do uso do plástico deve ter a coparticipação dos estados e da sociedade. Cabe ao Ministério da Educação incentivar a educação ambiental nas escolas, através da inserção de aulas sobre redução do consumo e reciclagem, que ensinem de forma contínua a respeitar o meio ambiente. Além disso, o Governo Federal deve introduzir leis eficazes que reduzam o uso do plásticos, a partir de multas à estabelecimentos que produzam lixo plástico em excesso, bem como promover, em parceria com a ONU, sanções a países poluidores.