Impactos do lixo plástico no meio ambiente

Enviada em 16/11/2020

Conforme a abertura dos portos, em 1808, por Dom João IV, diversos países europeus possuíram a liberdade ao adentrarem e comercializarem com o Brasil. Todavia, o longo período preso ao mar e, posteriormente, à Mata Atlântica, contribuíram, negativamente, para com a natureza, por meio do destino incorreto do lixo. Para mais, hodiernamente, com destaque, o plástico, há, a longo prazo, a ocorrência do desequilíbrio ecológico no ecossistema e, para reverter esse impacto, é cabível que haja incentivos de produtos reutilizáveis.

Antes de mais nada, as paisagens naturais brasileiras sofrem com a intervenção humana. Sob essa luz, os dejetos jogados pelo homem, em mares e solos, possuem relação direta com a disfunção do habitat. Dado que, de acordo com a Biologia, se houver interferência em determinado ser vivo - plantas ou animais -, existem prejuízos, como exemplo, o descontrole do ciclo do oxigênio, uma vez que, ao impedir a absorção do O2 da atmosfera, ascendem o número de mortes do local afetado. Analogamente, o filme “Procurando Dory” retrata a mudança do fluxo de moradia e da cadeia alimentar de siris, arraias e peixes, em prol da poluição instalada. Logo, o uso de plásticos não devem ser descartados.

Outrossim, a desordem causada pelos produtos descartáveis devem ser repensados. Segundo, o jornal “Estadão”, a decomposição do plástico dura em torno de 500 anos e, geralmente, os seres humanos utilizam as variadas embalagens apenas uma única vez. À vista disso, o governo estadual de São Paulo, instaurou, em 2019, novas formas para o uso de canudos, sendo estes de madeira reflorestada ou de alumínio, com o objetivo de colaborarem com sua reutilização. Ademais, produtos como absorventes estão em decadência após os meios de comunicação, incentivarem o uso de coletores menstruais para promover a sustentabilidade e a diminuição do acúmulo de lixo. Sendo assim, a intervenção da mídia é fundamental para a reciclagem.

Em suma, portanto, o descarte plástico deve ser repensado, com a intenção de não degradar, ainda mais, os recursos naturais. Para isso, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com órgãos da coleta seletiva, deve impôr, nos meios de comunicação, por meio de anúncios informacionais e imperativos, as causas e consequências do descarte irregular dos descartáveis. A fim de dar ênfase ao impasse do desequilíbrio ecológico e, colaborar com o consumo de produtos reutilizáveis e duradouros, para, assim, os cidadãos contribuírem com a abundância do ecossistema e preservar o habitat dos seres vivos.