Impactos do lixo plástico no meio ambiente
Enviada em 15/11/2020
A partir do Iluminismo, conhecido como movimento intelectual centrado na ciência e razão, infere-se que uma sociedade só prospera quando um se comove com o problema do outro. Entretanto, quando se observa o meio ambiente e os impactos do lixo plástico, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste inerentemente associado a veracidade do país. Esse cenário antagônico é fruto tanto da irresponsabilidade governamental quanto da mentalidade social retrógrada. Perante isso, transfigura-se imprescindível a contestação desses conceitos, para o desenlace eficiente do desenvolvimento da sociedade.
Primordialmente, é imprescindível pontuar que os impactos do lixo plástico para o meio ambiente procedem da baixa execução dos serviços governamentais, no que se vincula à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançando na sociedade. De maneira correlativa, é concebível distinguir que, no Brasil, a irresponsabilidade governamental pela precária economia de sustentabilidade e fiscalização adequada infringe com essa analogia, haja vista que ocasionam a reciclagem e reutilização do plástico de maneira errada, além de ocorrer a produção em larga escala pelas indústrias sem conscientização.
Ademais, é impreterível salientar a mentalidade retrógrada da sociedade como propulsor do problema. De acordo com a gerente de campanhas da ONU meio ambiente, Fernanda Dalto, estima-se que, todos os anos, cerca de 8 a 13 milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos. Partindo desse pressuposto, nota-se que a forma indevida como é descartado esses materiais de plástico por muitas pessoas sem consciência é o que eleva a poluição e traz consigo sérias consequências, principalmente para o meio aquático pela morte de muitos animais que vivem ali. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que mentalidade social retrógada favorece a perpetuação desse cenário insalubre.
Desse modo, visando à atenuação dos impactos do lixo plástico na natureza é preciso modificar a realidade, conforme o pensamento do jornalista irlandês George Shaw, que diz que o progresso é impossível sem mudança. Assim, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por interposto do governo será revertido em políticas públicas e ações através de leis especificas que garantem a devida penalidade e que visem uma melhor fiscalização do meio ambiente. Destarte, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo do problema e a coletividade será alcançada como na teoria Iluminista.