Impactos do lixo plástico no meio ambiente
Enviada em 24/11/2020
É inegável que o atual modelo produtivo é responsável pela alta produção de lixo. Nesse sentido, de acordo com Fernanda Dalto, gerente de campanha da Organização das Nações Unidas (ONU), estima-se que 8 a 13 milhões de toneladas de plástico cheguem aos oceanos. Dessa forma, nota-se que o consumismo contemporâneo colabora com a problemática, de modo a gerar rejeitos poluentes, o que acarreta severos impactos ambientais, como a contaminação de mares e comprometimento da vida marinha.
Em primeira análise, de acordo com Paul Watson, fundador do Greenpeace, inteligência é a habilidade das espécies para conviver em harmonia com a natureza. Paradoxalmente, a sociedade moderna, validada pelo sistema econômico vigente, é impulsionada a um ritmo exagerado de consumo e, como resultado, gera-se toneladas de lixo plástico que, na maioria das vezes, chegam aos oceanos e causam danos.
Por conseguinte, nota-se que os rejeitos de polímeros sintéticos, produtos da atividade industrial, suscitam graves entraves à natureza aquática. Dessa maneira, de acordo com “Discovery Channel”, a alteração na densidade populacional de uma única espécie pode acarretar o desequilíbrio de toda cadeia alimentar daquele ecossistema. Por esse ângulo, corrobora-se os imapactos do plástico para vida marinha e os danos colossais causados pela poluição.
Destarte, constata-se que o plástico acarreta impactos à biosfera. É fulcral, portanto, que o governo federal, por intermédio do Ministério do Meio Ambiente, execute uma alteração legislativa a fim de impor ao ramo industrial e comercial a obrigação de substituir os atuais polímeros sintéticos, que aumentam a poluição, por uma alternativa biodegradável nas suas embalagens. Além disso, também é necessário estimular o uso de material reciclado ao longo cadeia produtiva. Assim, será possível atenuar os efeitos dessa problemática.