Impactos do lixo plástico no meio ambiente

Enviada em 23/12/2020

O plástico, polímero originado do petróleo, seu material é permanentemente resistente, podendo durar até 400 anos. No Brasil, país em 4°colocação mundial em produção segundo a WWP (World wildilife ound), um dado alarmante, já que apenas 1,28% de toda realização é reciclada uma vez que o acúmulo desses dejetos prejudica os ecossistemas marinhos. Ademais, esse viés é solidificado a partir de carências políticas na redução e controle da fabricação somados ao fator de descarte, na produção de lixo plástico. Com efeito, evidencia-se necessidades para promover melhorias na fabricação e comercialização do plástico brasileiro.

Em primeira análise, nota-se a quantidade de resíduos espalhados nos oceanos, calculando em 80% de plástico. No pacífico norte, segundo dados da Greenpeace, já existem ilhas formadas do material chegando a ocupar 3 vezes a quantidade territorial da França. Atualmente, esses números assustam porque prejudicam os ciclos biológicos, já que animais marinhos se afogam ou consomem os demais polímeros espalhados no oceano, comprometendo com o nicho ecológico dessas espécies além de prejudicar a qualidade das águas. O curta metragem “Jornada das tartarugas” projeta as dificuldades das tartarugas para sobreviver nos mares poluídos, principalente oriundas do plástico. Por esses motivos, é claro o despreparo, deve-se tratar com redução e reutilização desse material.

Em segunda análise, é evidente a contaminação nas cidades e municípios gerados por substâncias do lixo espalhados em terrenos abandonados. O entrave ocorre quando a saúde da população local é contaminada pela proliferação do mosquitos, uma vez que sua reprodução é ocorrida no acúmulo dessas águas paradas. Ainda mais, no século XX, Oswald Cruz, foi responsável por combater a disseminação desses parasitas, trazendo práticas de brigadas de sanitaristas nas casas para reduzir o vetor, causador da Malária. Assim sendo, mecanismos provisórios para a época, visto que o principal propulsor é o acúmulo de lixo nos centros urbanos que devem ser retomados como controle.

Diante do exposto, percebe-se as dificuldades de recolher e utilizar o plástico brasileiro. Para minimizar esse viés é cabível ao Ministério do Meio ambiente que mobilize municípios para gerenciar resíduos  de forma a acionar caminhões de coleta seletiva a fim de que diminua o acúmulo desses materias. Bem como, é encargo da iniciativa privada iniciar a comercialização de seus produtos à partir de substâncias biodegradáveis, trazendo portanto maior vida útil dos aterros sanitários. Assim, que haja ações efetivas para melhor aproveito do lixo plástico brasileiro.